

Depois "Alice no País das Maravilhas" render mais de 150 milhões de dólares em bilheterias no final de semana de estreia, a Warner Bros encheu os olhos e quer seguir a receita da Disney.
De acordo com Los Angeles Times, a Warner irá investir em "O Mágico de Oz", pretendendo fazer, assim como no estúdio do Mickey, uma releitura do clássico.
Dois roteiros já circulam pelos escritórios da New Line, subsidiária da Warner expert quando o assunto é fantasia. Um destes scripts, chamado "Oz", foi escrito por Darren Lemke, do vindouro "Shrek Para Sempre", sob produção da Temple Hill, empresa por trás da série "Crepúsculo".
Uma outra versão, escrita por Josh Olson ("Marcas da Violência"), é um pouco mais sombria. Nela, a neta de Dorothy volta à terra de Oz para lutar contra o mal. Esta história é apoiada por Basil Iwanyk ("Fúria de Titãs"), do selo Thunder Road Pictures.
O grande problema desta nova pretensão da Warner Bros., é que ao contrário de "Alice", "O Mágico de Oz" revolucionou o jeito de se fazer cinema. O filme de 1939, estrelado pela perturbada Judy Garland, foi para aquele tempo o que "Avatar" é para o nosso. Na época, os espectadores ficaram deslumbrados com o tratamento nas cores do filme, dado pela Technicolor.
O filme de Tim Burton ocupou uma lacuna no cinema, que não sofre com a falta de um longa novo da Doroty, muito satisfeito com o antigo.

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